Participei desse seminário dia 21/05/2011 - Novotel Center Norte
Participação: Jornalista Laurentino Gomes
Escritor de de livros "1808" e "1822"
O Brasil fez uma opção quantitativo pela educação e o desafio a partir de agora é qualitativo.
O Brasil não investi em pesquisa, temos que formar novos pesquisadores dentro da escola.
Temos preparar os alunos para as mudanças, se atualizar frequentementee e aprender sozinhos.
A educação precisa ensinar a pensar através da pesquisa, conhecimento novo com discernimento.
A educação sozinha não resolve, mas precisamos da cultura que está dentro da família.
Palestrante: Luis Roberto Dante
Letramento na perspectiva da matemática
- Criar oportunidades para o aluno pensar situações lógicas, lúdicas e situações problemas.
- A ferramenta da matemática ela é fonte de pesquisa sempre.
- A matemática é simples, mas a linguagem não é simples.
- O conceito de letramento em matemática foi definido pelo PISA. O que significa? A matemática no cotidiano, nas práticas sociais.
- O papel que a matemática desempenha no mundo.
- Habilidade de realização de operações utilizando métodos
- Formular, resolver e interpretar.
- Trabalhar mais próximo do social.
domingo, 29 de maio de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Valorização do Professor
(Eu acuso!)
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”. Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar. Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos” e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranquilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, frequentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer
saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
“EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia. Estudantes em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “ Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
(Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes)
Meu dever é falar, não quero ser cúmplice. (...) (Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).
A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.
O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.
Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.
No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...
E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”
Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...
Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”. Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar. Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal ao autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:
EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;
EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos” e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;
EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;
EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranquilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;
EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, frequentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;
EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;
EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;
EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;
EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer
saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;
“EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;
EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito,
EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;
EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.
EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;
EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;
Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia. Estudantes em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.
A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “ Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”
Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.
Igor Pantuzza Wildmann
Advogado – Doutor em Direito. Professor universitário.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Dia das Mães
Uma paródia para mamãe:
" A minha mãe é grande
É um anjo lá no céu
Não perde tempo com bobeira
Tem grande coração
É feita de emoção
Se faz feliz a vida inteira
Adoro seu sorriso
O brilho dos seus olhos
Faz carinho em mim
Ela me enche de beijos
Eu durmo nos seus braços
Ela cuida de mim
Quer saber o que eu acho?
Ela veio do espaço
Minha mãe não é desse planeta
Tem grande coração
Se faz feliz a vida inteira
GUERREIRA, GUERREIRA, GUERREIRA
Ela é companheira"
" A minha mãe é grande
É um anjo lá no céu
Não perde tempo com bobeira
Tem grande coração
É feita de emoção
Se faz feliz a vida inteira
Adoro seu sorriso
O brilho dos seus olhos
Faz carinho em mim
Ela me enche de beijos
Eu durmo nos seus braços
Ela cuida de mim
Quer saber o que eu acho?
Ela veio do espaço
Minha mãe não é desse planeta
Tem grande coração
Se faz feliz a vida inteira
GUERREIRA, GUERREIRA, GUERREIRA
Ela é companheira"
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Educação pela Paz
Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
1) Identificar na escola situações de depredação e desrespeito ao patrimônio.
2) Reconhecer a importância da escola como um espaço de formação humana.
3) Elaborar estratégias de conscientização e enfrentamento às atitudes de depredação.
4) Conhecer e compreender as punições previstas no regimento da escola e na legislação para os responsáveis por atos de vandalismo.
2) Reconhecer a importância da escola como um espaço de formação humana.
3) Elaborar estratégias de conscientização e enfrentamento às atitudes de depredação.
4) Conhecer e compreender as punições previstas no regimento da escola e na legislação para os responsáveis por atos de vandalismo.
Duração das atividades
Três ou mais aulas de uma hora
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Não são necessários conhecimentos prévios
Estratégias e recursos da aula
COMENTÁRIOS INICIAIS DIRIGIDOS AO/A PROFESSOR/A:
Professor/a, tem sido frequente nos depararmos com notícias de atos de vandalismo, pichações, arrombamentos dentre outras ações de depredação nas escolas brasileiras, o que interfere diretamente na aprendizagem dos alunos e no bem estar dos mesmos nesse ambiente. Os professores também têm sido alvo de violência e toda a comunidade escolar tem se colocado em sinal de alerta frente a essa situação. Nesse sentido, torna-se fundamental trabalhar com os/as alunos/as o sentimento de pertencimento a esse lugar, buscando conscientizá-los da importância do seu papel como co-responsáveis pela preservação e manutenção do patrimônio público que é de todos.Sugere-se que essa aula seja trabalhada com alunos/as a partir de 9 anos de idade.
ATIVIDADE 1:
1º Momento: Professor/a, inicie sua aula dizendo aos/às alunos/as que hoje discutirão sobre um tema muito importante: "Depredação da Escola e respeito ao patrimônio público". Para isso convide-os/as a assistirem ao vídeo a seguir: "Cenas de vandalismo dentro de escola chocam", disponível em:2º Momento: Explorar o vídeo com os/as alunos/as: O que vocês acharam dessa reportagem? Na sua percepção,por que será que alguns/mas alunos/as têm esse comportamento na escola? Que ações poderão reverter uma situação como a retratada aqui?
3º Momento: Divida o grupo em trios para que leiam as seguintes reportagens:
Reportagem 1: "Após briga e depredação, aulas em escola de SP serão retomadas na próxima segunda", disponível em:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u467296.shtml
Reportagem 2 : "Depredação das escolas é alvo de campanha de conscientização", disponível em:
http://www.folhadealphaville.com.br/artigo/?id=6357
Reportagem 3: "Depredação e vandalismo em escolas preocupam prefeitura de Barueri", disponível em:
http://jrholanda.wordpress.com/2009/04/28/depredacao-e-vandalismo-em-escolas-preocupam-prefeitura-de-barueri/
4º Momento: Após a leitura das reportagens, os trios deverão planejar ações que apontem possíveis soluções para os problemas apresentados, no sentido de reverter as situações de vandalismo e depredação que acontecem em algumas escolas buscando formas de conscientizar os/as alunos/as sobre a importância da Cultura da Paz nas escolas e a necessidade do respeito ao seres humanos e ao patrimônio público.
Professor/a, a ONG Projeto Não-violência tem um material muito rico para esclarecer sobre a Cultura da Paz e subsidiar suas discussões com os/as alunos/as em sala. Acesse o endereço abaixo e confira:
http://www.naoviolencia.org.br/home
ATIVIDADE 2:
1º Momento: Proponha aos/as alunos/as uma caminhada pela escola para buscar identificar indícios de depredação e desrespeito ao patrimônio público como por exemplo: portas e janelas quebradas ou riscadas, mesas e cadeiras quebradas ou riscadas, pichações, dentre outros. Os/as alunos/as deverão anotar em um bloco tudo que for identificado.
2º Momento: De volta à sala, socializar as informações no grupo. Montar uma lista coletiva contendo, de um lado, todos os itens observados e de outro, propostas de ações para restauração de tais objetos ou espaço.
3º Momento: Agendar horário com o/a diretor/a para discutir sobre a situação identificada. Aproveite a oportunidade para conhecer as punições previstas no regimento da escola e na legislação para os responsáveis por atos de vandalismo. Faz-se importante que os/as alunos/as tirem suas dúvidas sobre tais sanções uma vez que precisarão se informar sobre as mesmas para a próxima etapa da atividade. Propor a realização de uma mesa redonda com a participação de um representante dos alunos, dos professores, da direção e um advogado ou representante do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente para discutir ações de respeito ao espaço público e coletivo da escola. Em etapa anterior à mesa redonda, de forma processual, poderá haver encontros preparatórios em que os alunos estejam divididos em pequenos grupos de trabalho (GT) para discutir separadamente itens previamente levantados acerca do tema. A partir de tais discussões, o grupo poderá eleger um colega que o representará na mesa-redonda.
Professor/a, os seguintes vídeos e reportagens poderão auxiliar nas discussões em aula:
1) Vídeo Youtube: Ana Aragão - A confusão das regras no combate à indisciplina, disponível em: 2) Vídeo Youtube: Escolas Públicas esperam por câmeras de segurança há 2 anos, disponível em:
ATIVIDADE 3:
1º Momento: Planejamento do Projeto “Resgatando a Escola” envolvendo toda a comunidade. A partir da lista elaborada com a identificação de sinais ou de fatos de depredação do patrimônio escolar, os alunos juntamente com o professor, deverão elaborar um “Plano de Recuperação do Espaço Escolar”, onde serão apontados os principais locais danificados e os recursos necessários para a reconstrução dos mesmos.2ª momento: Realização de uma reunião entre alunos, professores, direção, representante da Associação de Pais e Mestres (se houver; se não, representantes dos pais) ou de outros familiares que queiram colaborar para a distribuição de tarefas para a concretização do projeto. Sugere-se a parceria com profissionais que trabalham com múltiplas linguagens como por exemplo: artistas plásticos, músicos, atores, dentre outros que poderão contribuir auxiliando nos trabalhos de recuperação dos espaços e conscientização de ações coletivas.
3º momento: “Com a mão na massa” - É chegado o dia! Com base nas etapas anteriores, todos deverão unir esforços para a recuperação da escola.
Professor/a, acesse o link abaixo para conhecer o "Projeto Observatório de Violência nas Escolas" que poderá auxiliá-lo na orientação aos/as alunos/as para a proposição de Projetos Sociais contra a violência nas escolas.
http://www.redeobs.unama.br/noticias-nacionais-anteriores.jsp
Recursos Complementares
ARROYO, M. G. Entre disciplinar e educar para a liberdade. IN Presença Pedagógica. v. 15, nº86, mar/abr. 2009.
ANDRADE, M. Educação pela Paz. IN Presença Pedagógica. V.14, nº 81, mai./jun. 2008.
ANDRADE, M. ; GUERRA, R. Pedagogia da Comunidade. IN Presença Pedagógica. V. 14, nº84, nov./dez. 2008.
GUIMARÃES, A. M. Vigilância, punição e depredação escolar. Editora Papirus, 1988.
Texto virtual: Doutora da UNICAMP defende depredação escolar, disponível em:
http://reliquiasdacasaverde.blogspot.com/2008/11/doutora-da-unicamp-defende-depredao-de.html
Artigo eletrônico: Formas contemporâneas de negociação com a depredação, disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v19n47/v1947a07.pdf
Artigo eletrônico: A violência, a escola e você, disponível em:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_246452.shtml
Vídeo youtube: Vandalismo na escola, disponível em:
http://www.youtube.com/watch?v=XYnhmL4D9DI&feature=related
ANDRADE, M. Educação pela Paz. IN Presença Pedagógica. V.14, nº 81, mai./jun. 2008.
ANDRADE, M. ; GUERRA, R. Pedagogia da Comunidade. IN Presença Pedagógica. V. 14, nº84, nov./dez. 2008.
GUIMARÃES, A. M. Vigilância, punição e depredação escolar. Editora Papirus, 1988.
Texto virtual: Doutora da UNICAMP defende depredação escolar, disponível em:
http://reliquiasdacasaverde.blogspot.com/2008/11/doutora-da-unicamp-defende-depredao-de.html
Artigo eletrônico: Formas contemporâneas de negociação com a depredação, disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v19n47/v1947a07.pdf
Artigo eletrônico: A violência, a escola e você, disponível em:
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_246452.shtml
Vídeo youtube: Vandalismo na escola, disponível em:
http://www.youtube.com/watch?v=XYnhmL4D9DI&feature=related
Avaliação
Professor/a pergunte aos/s alunos/as se eles/as conseguiram identificar na escola situações de depredação e desrespeito ao patrimônio. Observe se os/as alunos/as se conscientizaram da importância da escola como um espaço de formação humana e por isso responsável por conscientizar os/as alunos/as propondo atitudes de enfrentamento às atitudes de depredação. Procure identificar se os/as alunos/as compreenderam a importância de haver previsto na legislação da escola ações para contrapor a atitudes de vandalismo cometidas pelas pessoas. Por fim, procure avaliar o envolvimento e a participação dos/das alunos/as nas discussões em aula para identificar se os/as mesmos/as se sensibilizaram sobre a responsabilidade social na luta por uma escola de qualidade e segura para atender a todos.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
IDESP 2010 - GUARULHOS
| ESCOLAS | DIRETORIA | IDESP 10 | % |
| FRANCISCO MILTON | N | 5,86 | 1,2 |
| ESTEVAM DIAS | N | 5,51 | 1,2 |
| CYRO | N | 5,23 | 1,2 |
| PASTOR AMARO | N | 5,13 | 1,2 |
| JOSE MARUN | N | 4,97 | 1,2 |
| SANDI | N | 4,67 | 1,2 |
| BENEDITA | N | 4,5 | 1,2 |
| GLAUBER ROCHA | N | 4,37 | 1,2 |
| ROBERTA | N | 4,37 | 0,135 |
| M.H.BARBOSA | N | 4,18 | 1,2 |
| FIORAVANTE | N | 4,15 | 0,063 |
| ROSA BROTA | N | 4,12 | 1,2 |
| NOVAK | N | 4,1 | 0,046 |
| ELISIO | N | 3,97 | 1,2 |
| ANTONIO ROSAS | N | 3,96 | 1,2 |
| CARLOS GIULIETA | N | 3,92 | 0 |
| SILVERIO BERTONI | N | 3,81 | 1,2 |
| A.M.HOEPPNER | N | 3,77 | 0,333 |
| CIDADE SERODIO | N | 3,74 | 0 |
| DULCE | N | 3,71 | 1,2 |
| VILMA MARIA | N | 3,71 | 1,2 |
| GROTKOWSKY | N | 3,62 | 1,2 |
| PEDRO ROBERTO | N | 3,58 | 1,2 |
| PLINIO | N | 3,42 | 0 |
| ARTHUR MARRET | N | 3,34 | 1,2 |
| MIKAIL | N | 3,31 | 0 |
| CANTIDIO | N | 3,12 | 1 |
| RINALDO POLI | N | 3,07 | 1,2 |
| CIMINO | N | 3,06 | 1,2 |
| FLAVIO XAVIER | N | 2,98 | 0 |
| JOAQUIM GARCIA | N | 2,98 | 1,2 |
| HILDA PRATES | N | 2,81 | 1,2 |
| SERAPHINA | N | 2,81 | 0 |
| SANTA LIDIA | N | 2,76 | 1,2 |
| BOM PASTOR | N | 2,58 | 1,2 |
| M.H.LIMA E CUNHA | N | 2,5 | 0 |
| SANTOS DUMONT | N | 2,49 | 0 |
| GENOEFA | N | 2,43 | 0 |
| PONTE ALTA V | N | 2,36 | 0 |
| COCAIA | N | 2,16 | 0 |
| HAROLDO VELOSO | N | 2,15 | 1,2 |
| RECREIO SÃO JORGE | N | 1,24 | 1 |
IDESP 2010 - GUARULHOS
| ESCOLAS | DIRETORIA | IDESP 10 | % | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| VICTOR CIVITA | S | 7,19 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| BATISTA TRINDADE | S | 5,8 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| IZABEL - D.BELINHA | S | 5,47 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| JOCILA | S | 5,39 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| JOAO CRISPINIANO | S | 5,27 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| AGOSTINHO CANO | S | 5,13 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MARIA LEDA | S | 4,97 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CAPISTRANO | S | 4,95 | 0,326 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| REPUBLICA DA VENEZUELA | S | 4,68 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| JAIR MIRANDA | S | 4,6 | 0,211 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| BROTERO | S | 4,58 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| FRIEBOLIN | S | 4,56 | 0,447 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| PAULO NOGUEIRA | S | 4,52 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MAURICIO GOULART | S | 4,5 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| LAURA DA PURIFICAÇÃO | S | 4,43 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| IRMÃ CELESTE | S | 4,42 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| EMILIA | S | 4,41 | 0,148 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| HIPOLITO | S | 4,3 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| RIBEIRO | S | 4,2 | 0,722 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| PASCOAL MAIMONI | S | 4,07 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| HUGO DE AGUIAR | S | 4 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ZILDA | S | 3,95 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| M.AP.FELIX | S | 3,94 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CLARICE | S | 3,87 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CACILDA | S | 3,84 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| FREIRE VERAS | S | 3,82 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| SAMPAIO | S | 3,64 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| SALEM | S | 3,6 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| JOAO ALVARES | S | 3,59 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| RUBENS LOPES | S | 3,53 | 0,688 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| INOCOOP II | S | 3,45 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| VICENTE MELRO | S | 3,4 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| BITENCOURT | S | 3,37 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| JOAO NUNES | S | 3,28 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MARINHA FERREIRA | S | 3,15 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| PQ. JUREMA IV | S | 2,98 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CAPITÃO ALBERTO | S | 2,88 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| JD. ARUJA | S | 2,86 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| CORYNTHO | S | 2,8 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ANA LAMBERGA | S | 2,67 | 0,556 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MARIA HILDA | S | 2,67 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| MARIO NAKATA | S | 2,64 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ALMEIDA BARBOSA | S | 2,54 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ORLANDO MINELLA | S | 2,37 | 1,2 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| NOVA CUMBICA | S | 2,1 | 0 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ALAYDE MARIA | S | 2,09 | 0 |
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Gêneros textuais na sala de aula: entre modas e realidades
Objetivo
Refletir sobre as práticas do ensino
da leitura e da escrita com foco em
gêneros textuais.
Organização
Proponha diferentes formas de
agrupamentos: individual, pequenos
grupos ou coletivo.
Mãos à obra
Peça que cada participante escolha e represente, por meio de desenho, uma interessante situação de comunicação, oral ou escrita, vivida neste dia. Proponha que os participantes exponham no chão os desenhos para apreciação coletiva. Instigue o grupo a organizar as ilustrações utilizando diferentes
critérios, por exemplo: dentro ou fora da escola, situação formal ou informal, comunicação oral ou escrita, individual ou coletiva. Pode-se ainda, agrupar as representações de acordo com sua fi nalidade: relatar, instruir, expor, argumentar e narrar.
Observe e comente com o grupo quais representações foram recorrentes, em que lugares aconteceram, qual o grau de formalidade, com que intencionalidade. Durante a conversa, o coordenador valoriza a função social de cada situação de comunicação representada.
Convide o grupo a analisar quais dessas situações de comunicação também estão na sala de aula e são utilizadas no ensino da oralidade, da leitura e da escrita. Você pode agrupar as situações de comunicação e montar um painel.
Em seguida, divida os participantes em pequenos grupos e prepare a turma para a leitura de estudo do texto “Gêneros textuais na sala de aula: entre modas e realidades” (Na Ponta do Lápis, nº- 11, pp. 4-5).
Essa proposta tem como intenção relacionar o que está dito no texto e o conhecimento dos participantes.
Antes de iniciar a leitura o coordenador apresenta o título do texto e aproveita para perguntar o que eles sabem sobre esse tema.
Oriente-os para que, no decorrer da leitura, prestem atenção aos destaques do texto: subtítulos, imagens, elementos que facilitam ou difi cultam a leitura. Peça que sublinhem as principais ideias do texto e registrem, também, as palavras ou conceitos que não estão claros. À medida que os grupos vão terminando
a leitura, proponha conversas sobre as anotações realizadas e organize uma pequena síntese que será apresentada no coletivo.
Refletir sobre as práticas do ensino
da leitura e da escrita com foco em
gêneros textuais.
Organização
Proponha diferentes formas de
agrupamentos: individual, pequenos
grupos ou coletivo.
Mãos à obra
Peça que cada participante escolha e represente, por meio de desenho, uma interessante situação de comunicação, oral ou escrita, vivida neste dia. Proponha que os participantes exponham no chão os desenhos para apreciação coletiva. Instigue o grupo a organizar as ilustrações utilizando diferentes
critérios, por exemplo: dentro ou fora da escola, situação formal ou informal, comunicação oral ou escrita, individual ou coletiva. Pode-se ainda, agrupar as representações de acordo com sua fi nalidade: relatar, instruir, expor, argumentar e narrar.
Observe e comente com o grupo quais representações foram recorrentes, em que lugares aconteceram, qual o grau de formalidade, com que intencionalidade. Durante a conversa, o coordenador valoriza a função social de cada situação de comunicação representada.
Convide o grupo a analisar quais dessas situações de comunicação também estão na sala de aula e são utilizadas no ensino da oralidade, da leitura e da escrita. Você pode agrupar as situações de comunicação e montar um painel.
Em seguida, divida os participantes em pequenos grupos e prepare a turma para a leitura de estudo do texto “Gêneros textuais na sala de aula: entre modas e realidades” (Na Ponta do Lápis, nº- 11, pp. 4-5).
Essa proposta tem como intenção relacionar o que está dito no texto e o conhecimento dos participantes.
Antes de iniciar a leitura o coordenador apresenta o título do texto e aproveita para perguntar o que eles sabem sobre esse tema.
Oriente-os para que, no decorrer da leitura, prestem atenção aos destaques do texto: subtítulos, imagens, elementos que facilitam ou difi cultam a leitura. Peça que sublinhem as principais ideias do texto e registrem, também, as palavras ou conceitos que não estão claros. À medida que os grupos vão terminando
a leitura, proponha conversas sobre as anotações realizadas e organize uma pequena síntese que será apresentada no coletivo.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Professor não é culpado
Esta professora tem o meu respeito....
Gostei de ler isso, é a mais pura verdade.
Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Peço por favor que repasse a todos que conhece, é longa mas vale a pena ler.
RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado e fiquei indignada com a reportagem
da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas.
Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom.
Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo?
Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho.
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas.
Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar.
Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade!
E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo.
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões
(ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente.
Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Gostei de ler isso, é a mais pura verdade.
Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Peço por favor que repasse a todos que conhece, é longa mas vale a pena ler.
RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado e fiquei indignada com a reportagem
da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas.
Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom.
Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo?
Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho.
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas.
Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar.
Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade!
E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo.
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões
(ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente.
Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Concurso para Professor Coordenador
Estão abertas as inscrições para PCP das diretorias Guarulhos Norte e Guarulhos SUL.
www.dergsul.com.br
www.guarulhosnorte.com
Bibliografia:
1. Legislação Federal
a) Lei Federal 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente.
b) Lei Federal 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
2. Legislação Estadual
a) Resolução 53, de 24/06/2010 que altera dispositivos da Resolução SE 88, de 19/12/2007 alterada pela Resolução SE 21/2010 que Dispõe sobre a função gratificada de Professor Coordenador. Resolução SE 37, de 13/04/2010 alterada pela Resolução SE 65 de 20/09/2010. Dispõe sobre ações de acompanhamento pelos Professores Coordenadores das Oficinas Pedagógicas nas Unidades Escolares
b) Resolução SE 92, de 08/12/2009 – Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental das escolas da rede pública. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
c) Resolução 93, de 08/12/2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
d) Resolução SE 68/2007 e 11/98 alterada pela Resolução SE 31/2008, Portaria Conjunta CENP/COGSP/CEI de 06/07/2009. Dispõe sobre educação especial
3. Publicações Intitucionais
a) Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino fundamental Ciclo II e Ensino Fundamental. Disponivel em: www.rededosaber.sp.gov.br
b) SÃO PAULO (estado) Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico; SARESP. São Pulo: SEE, 2009. Disponivel em: htpp//saresp.fde.sp.gov.br/2009pdf/2008-matrizrefavaliação-doc-completo.pdf>
4. Obras de Referência
1. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
2. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
4. HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Portlo Alegre: Artmed, 2001.
5. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
6. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
7. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002
8. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
9. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
10. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
11. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
12. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
13. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
14. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma práxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.
15. VYGOTSKY. L.S. Formação social da mente. Martins Fontes. São Paulo. 2007.
16. WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
17. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa – Como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
www.dergsul.com.br
www.guarulhosnorte.com
Bibliografia:
1. Legislação Federal
a) Lei Federal 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente.
b) Lei Federal 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
2. Legislação Estadual
a) Resolução 53, de 24/06/2010 que altera dispositivos da Resolução SE 88, de 19/12/2007 alterada pela Resolução SE 21/2010 que Dispõe sobre a função gratificada de Professor Coordenador. Resolução SE 37, de 13/04/2010 alterada pela Resolução SE 65 de 20/09/2010. Dispõe sobre ações de acompanhamento pelos Professores Coordenadores das Oficinas Pedagógicas nas Unidades Escolares
b) Resolução SE 92, de 08/12/2009 – Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental das escolas da rede pública. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
c) Resolução 93, de 08/12/2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
d) Resolução SE 68/2007 e 11/98 alterada pela Resolução SE 31/2008, Portaria Conjunta CENP/COGSP/CEI de 06/07/2009. Dispõe sobre educação especial
3. Publicações Intitucionais
a) Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino fundamental Ciclo II e Ensino Fundamental. Disponivel em: www.rededosaber.sp.gov.br
b) SÃO PAULO (estado) Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico; SARESP. São Pulo: SEE, 2009. Disponivel em: htpp//saresp.fde.sp.gov.br/2009pdf/2008-matrizrefavaliação-doc-completo.pdf>
4. Obras de Referência
1. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
2. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
4. HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Portlo Alegre: Artmed, 2001.
5. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
6. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
7. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002
8. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
9. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
10. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
11. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
12. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
13. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
14. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma práxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.
15. VYGOTSKY. L.S. Formação social da mente. Martins Fontes. São Paulo. 2007.
16. WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
17. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa – Como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
sexta-feira, 4 de março de 2011
HTPC - Reunião Pedagógica
Os 7 pecados capitais - Como fugir dos erros mais comuns e acertar no trabalho coletivo.
1. Participação facultativa
2. Ausência de regularidade das reuniões
3. Inexistência de plano anual de formação
4. Indefinição de Pautas
5. Inadequação do espaço
6. Uso de atividades de motivação
7. Dispensa de alunos
Os coordenadores pedagógicos necessitam de formação permanente, acompanhamento e apoio pedagógico - e devem buscar isso junto à equipe técnica das oficinas, somente dessa maneira que podem ganhar condições de conscientizar a equipe de professores a respeito da importância dos momentos de estudo e reflexão e de auxiliá-los na tarefa de ensinar.
1. Participação facultativa
2. Ausência de regularidade das reuniões
3. Inexistência de plano anual de formação
4. Indefinição de Pautas
5. Inadequação do espaço
6. Uso de atividades de motivação
7. Dispensa de alunos
Os coordenadores pedagógicos necessitam de formação permanente, acompanhamento e apoio pedagógico - e devem buscar isso junto à equipe técnica das oficinas, somente dessa maneira que podem ganhar condições de conscientizar a equipe de professores a respeito da importância dos momentos de estudo e reflexão e de auxiliá-los na tarefa de ensinar.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Matemática - Valor Posicional - Jogo
Jogo "Dez não pode"
Material: material dourado e um dado
Procedimento: Cada criança jogo o dado e pega tantos quadradinhos (os menores) quqnatos forem os pontos do dado.
Isso se repete sempre na vez de cada criança.
Regra: Ninguém pode ter consigo dez elementos iguais. Quando alguém juntar dez elementos iguais deverá trocá-los por um número maior, que tenha valor equivalente aos dez. O material pode ficar no centro da mesa, ao alcance de todos ou, então, com algum aluno, que faz o papel de caixa.
Assim, dez quadradinhos (as unidades) serão trocados por uma tirinha (a dezena) e dez tirinhas serão trocadas por um quadrado maior (a centena).
Vence quem chegar primeiro a um número antecipadamente combinado ou, então quem tiver mais pontos depois de um tempo também combinado previamente.
Material: material dourado e um dado
Procedimento: Cada criança jogo o dado e pega tantos quadradinhos (os menores) quqnatos forem os pontos do dado.
Isso se repete sempre na vez de cada criança.
Regra: Ninguém pode ter consigo dez elementos iguais. Quando alguém juntar dez elementos iguais deverá trocá-los por um número maior, que tenha valor equivalente aos dez. O material pode ficar no centro da mesa, ao alcance de todos ou, então, com algum aluno, que faz o papel de caixa.
Assim, dez quadradinhos (as unidades) serão trocados por uma tirinha (a dezena) e dez tirinhas serão trocadas por um quadrado maior (a centena).
Vence quem chegar primeiro a um número antecipadamente combinado ou, então quem tiver mais pontos depois de um tempo também combinado previamente.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Matemática - Sistema de Numeração Decimal
Como trabalhar com os eixos: comparar, ordenar, produzir e interpretar, para auxiliar a criança a compreender o SND:
* Comparar nº e ordená-los:
• Lista de preços;
• Quantidade de brinquedos;
• Idades, alturas,...
• Formar com três dígitos todos os nº possíveis e ordená-los;
• Utilizar materiais com nº escritos: fitas métricas, réguas, livros...
• Incentivar as crianças a buscarem as respostas: O nº que vem depois, na página seguinte é maior ou menor? Por quê?
* Produzir e interpretar nº:
• Escrever cheques;
• Escrever preços, idades, datas, medidas;
• Bingo;
• Comparar diferentes produções numéricas: 80025; 825; 830025; 83025;
• Anotar elementos de uma coleção;
• Buscar regularidades: formular perguntas acerca de regularidades observadas na notação numérica:
Ex.: No que se parecem e no que se diferenciam os nº de 1 a 50?
Escrever todos os nº de dois algarismos que terminam em 9, depois o nº seguinte de cada um.
Quais são os dez nº de dois algarismos, que começam com um?
Localizem na fita métrica os nº entre 100 e 160. O que acontece com os zeros? Quais têm zero? Quais não têm?
• Anotar de que maneira resolveram uma operação;
• Refletir sobre as operações, descobrir leis do sistema de numeração: aumentar em 10 ou 100, por exemplo, todos os preços de uma lista. Comparar os preços com os originais;
• Usar calculadora para descobrir que ordem deve dar para o nº: 7591 se tornar 7091?
* Comparar nº e ordená-los:
• Lista de preços;
• Quantidade de brinquedos;
• Idades, alturas,...
• Formar com três dígitos todos os nº possíveis e ordená-los;
• Utilizar materiais com nº escritos: fitas métricas, réguas, livros...
• Incentivar as crianças a buscarem as respostas: O nº que vem depois, na página seguinte é maior ou menor? Por quê?
* Produzir e interpretar nº:
• Escrever cheques;
• Escrever preços, idades, datas, medidas;
• Bingo;
• Comparar diferentes produções numéricas: 80025; 825; 830025; 83025;
• Anotar elementos de uma coleção;
• Buscar regularidades: formular perguntas acerca de regularidades observadas na notação numérica:
Ex.: No que se parecem e no que se diferenciam os nº de 1 a 50?
Escrever todos os nº de dois algarismos que terminam em 9, depois o nº seguinte de cada um.
Quais são os dez nº de dois algarismos, que começam com um?
Localizem na fita métrica os nº entre 100 e 160. O que acontece com os zeros? Quais têm zero? Quais não têm?
• Anotar de que maneira resolveram uma operação;
• Refletir sobre as operações, descobrir leis do sistema de numeração: aumentar em 10 ou 100, por exemplo, todos os preços de uma lista. Comparar os preços com os originais;
• Usar calculadora para descobrir que ordem deve dar para o nº: 7591 se tornar 7091?
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Matemática - Valor Posicional - 4º ano
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Objetivo
Interpretar a informação contida numa escrita numérica.
Conteúdo
Composição
Material necessário
Bambolês
3 Folhas de sulfite
Canetão
Desenvolvimento
Prepare as folhas de sulfite. Faça com o canetão as letras U(unidade), D(dezena) e C(centena), uma em cada folha
Coloque os alunos sentados em uma quadra. Disponha os bambolês no chão, dando um espaço entre eles.
Escolha 3 alunos que vão segurar as folhas de sulfite em cima dos bambolês.
Escolha 1 aluno para montar os números dentro dos bambolês.
Exemplo:
Ditar o número 45, o aluno escolhido deve formar dentro do circulo a quantidade de números com ajuda dos colegas, porque eles serão os piões.
C D U
Quando o aluno fica em dúvida, o professor deve fazer perguntas para que ele saia da zona de conflito e consiga construir o valor posicional.
O exercício deve ser repetido algumas vezes aumentando o grau de dificuldade.
Avaliação
Para conferir as relações estabelecidas pelos alunos, em sala de aula faça sondagem ditando os números aos alunos, observe os registros e se o aluno seguiu uma regularidade.
Objetivo
Interpretar a informação contida numa escrita numérica.
Conteúdo
Composição
Material necessário
Bambolês
3 Folhas de sulfite
Canetão
Desenvolvimento
Prepare as folhas de sulfite. Faça com o canetão as letras U(unidade), D(dezena) e C(centena), uma em cada folha
Coloque os alunos sentados em uma quadra. Disponha os bambolês no chão, dando um espaço entre eles.
Escolha 3 alunos que vão segurar as folhas de sulfite em cima dos bambolês.
Escolha 1 aluno para montar os números dentro dos bambolês.
Exemplo:
Ditar o número 45, o aluno escolhido deve formar dentro do circulo a quantidade de números com ajuda dos colegas, porque eles serão os piões.
C D U
Quando o aluno fica em dúvida, o professor deve fazer perguntas para que ele saia da zona de conflito e consiga construir o valor posicional.
O exercício deve ser repetido algumas vezes aumentando o grau de dificuldade.
Avaliação
Para conferir as relações estabelecidas pelos alunos, em sala de aula faça sondagem ditando os números aos alunos, observe os registros e se o aluno seguiu uma regularidade.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Diagnóstico da Personalidade
O teste do Desenho como instrumento de diagnóstico da personalidade.
A técnica é basicamente não verbal, tem a vantagem de ter maior aplicabilidade a crianças mais jovens.
Material para teste: 1 folha de papel sulfite, lápis preto e lápis de cor.
Obedecendo a ordem de comando:
1 - Desenho de uma casa
2 - Desenho de uma árvore
3 - Desenho de uma pessoa
4 - Desenho da família
Interpretação de alguns aspectos
1 - Localização do Papel
a) No meio da página: crianças centradas, ajustadas.
b) Fora do centro: mais dependentes
c) Desenho em um dos cantos: indica fuga ou desajuste do indivíduo ao ambiente
d) Esquerdo da página: indica inibição ou introversão
e) Direito: extroversão e procura satisfação imediata.
Caso haja interesse neste assunto indico pesquisar porque é bastante interessante entender a criança pelo desenho. Se a criança tem que escrever, às vezes ela tem que por em jogo tudo o que sabe e organizar na sua cabecinha para depois colocar no papel, sendo que muitas vezes, elas acabam escondendo algo.
A técnica é basicamente não verbal, tem a vantagem de ter maior aplicabilidade a crianças mais jovens.
Material para teste: 1 folha de papel sulfite, lápis preto e lápis de cor.
Obedecendo a ordem de comando:
1 - Desenho de uma casa
2 - Desenho de uma árvore
3 - Desenho de uma pessoa
4 - Desenho da família
Interpretação de alguns aspectos
1 - Localização do Papel
a) No meio da página: crianças centradas, ajustadas.
b) Fora do centro: mais dependentes
c) Desenho em um dos cantos: indica fuga ou desajuste do indivíduo ao ambiente
d) Esquerdo da página: indica inibição ou introversão
e) Direito: extroversão e procura satisfação imediata.
Caso haja interesse neste assunto indico pesquisar porque é bastante interessante entender a criança pelo desenho. Se a criança tem que escrever, às vezes ela tem que por em jogo tudo o que sabe e organizar na sua cabecinha para depois colocar no papel, sendo que muitas vezes, elas acabam escondendo algo.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Palestra Autocontrole - E.E.Frederico de Barros Brotero
O professor Sérgio Roberto Ceccato Filho iniciou sua palestra no dia 04/02/2011 ás 19:30 para os professores do Brotero.
Com o trabalho da Neolinguística é possível o autocontrole da saúde emocional, mental e física. Com a terapia de Autocontrole a pessoa pode aprender a controlar a mente, as emoções e o corpo físico, vivendo de maneira mais saudável e feliz, assumindo o controle de sua vida e desfrutando da independência adquirida.
Aprendizado:
• Cada palavra gera palavras específicas.
• Frases para trabalhar o cérebro.
TRANSFORMAÇÃO
“Minha querida alma, tristezas que vivi .....(fale o problema) acabaram.” (repetir quantas vezes forem necessárias)
PROGRAMAÇÃO
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de.... (falar coisas boas)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para os alunos da sala ...(tal)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para o aluno ...(tal)”
(repetir até este aluno entrar em sintonia)
Obs: Tristezas de morte (Tem que fazer as 3 frases em conjunto)
“Minha querida alma, tristezas que senti pelo falecimento ...., acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti das pessoas que estavam no velório, acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti deste a morte da pessoa (tal) até este momento, acabaram”
Com o trabalho da Neolinguística é possível o autocontrole da saúde emocional, mental e física. Com a terapia de Autocontrole a pessoa pode aprender a controlar a mente, as emoções e o corpo físico, vivendo de maneira mais saudável e feliz, assumindo o controle de sua vida e desfrutando da independência adquirida.
Aprendizado:
• Cada palavra gera palavras específicas.
• Frases para trabalhar o cérebro.
TRANSFORMAÇÃO
“Minha querida alma, tristezas que vivi .....(fale o problema) acabaram.” (repetir quantas vezes forem necessárias)
PROGRAMAÇÃO
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de.... (falar coisas boas)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para os alunos da sala ...(tal)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para o aluno ...(tal)”
(repetir até este aluno entrar em sintonia)
Obs: Tristezas de morte (Tem que fazer as 3 frases em conjunto)
“Minha querida alma, tristezas que senti pelo falecimento ...., acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti das pessoas que estavam no velório, acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti deste a morte da pessoa (tal) até este momento, acabaram”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Indicação de Livro
Terminei o livro "O menino do pijama listrado" - John Boyne
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O menino do pijama listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Como é inocente a criança.
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O menino do pijama listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Como é inocente a criança.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Formação Continuada
Para atualizar conhecimentos e mergulhar nas didáticas específicas, vale usar a tecnologia e compartilhar descobertas.
Siga os passos para uma boa formação durante 2011.
- Estipular metas para melhorar a formação a curto, médio e longo prazo.
- Ler e reler obras importantes para a área de atuação.
- Buscar informações sobre novas pesquisas em didáticas.
- Assistir a seminários, palestras e congressos.
- Usar as ferramentas de ensino a distância para me aperfeiçoar.
- Frequentar aulas de especialização ou mestrado.
- Utilizar na prática os conhecimentos adquiridos na teoria.
- Compartilhar sugestões com os colegas sobre como melhorar o desempenho.
Siga os passos para uma boa formação durante 2011.
- Estipular metas para melhorar a formação a curto, médio e longo prazo.
- Ler e reler obras importantes para a área de atuação.
- Buscar informações sobre novas pesquisas em didáticas.
- Assistir a seminários, palestras e congressos.
- Usar as ferramentas de ensino a distância para me aperfeiçoar.
- Frequentar aulas de especialização ou mestrado.
- Utilizar na prática os conhecimentos adquiridos na teoria.
- Compartilhar sugestões com os colegas sobre como melhorar o desempenho.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Harry Potter e Reliquias da Morte
Depois de ter assistido o filme "Harry Potter 7" fiquei curiosa pelo final.
Então resolvi ler o livro, devorei em 2 semanas.
Todos os mistérios foram desvendados.
A autora é muito inteligente, criou um universo ficticio e fez a ligação entre os outros livros de maneira perfeita.
Quem vai morrer no final Harry ou Voldemort?
Nós sabemos quem será mesmo antes de ler, mas porque aconteceu toda essa história?
É fascinante. Leiam o livro antes de assistir aos filmes.
Então resolvi ler o livro, devorei em 2 semanas.
Todos os mistérios foram desvendados.
A autora é muito inteligente, criou um universo ficticio e fez a ligação entre os outros livros de maneira perfeita.
Quem vai morrer no final Harry ou Voldemort?
Nós sabemos quem será mesmo antes de ler, mas porque aconteceu toda essa história?
É fascinante. Leiam o livro antes de assistir aos filmes.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Escola Leitora
Objetivos
- Gerais Incentivar a comunidade escolar a ler livros literários.
- Para a direção Criar condições institucionais de fomento à leitura para os professores e equipe de funcionários
- Para coordenação pedagógica Despertar ou incentivar a leitura de livros de literatura pelo professor de modo a contribuir para sua formação pessoal bem como para sua prática de ensino.
- Para os professores Ampliar o repertório de histórias e autores conhecidos ao participar de situações que envolvam diferentes práticas de leitura (roda de leitores, ouvir histórias lidas pelo coordenador, troca de indicações... ).
Desenvolvimento
1ª etapa - Levantamento de informações e do acervo literário da escola
Faça uma pesquisa por meio de um questionário com os professores sobre os livros lidos ultimamente a fim de conhecer os hábitos e as preferências em relação a gêneros, autores, temas....
O questionário deve ser respondido individualmente pela equipe de professores com questões como: Quantos livros você lê por mês?Qual tipo de livro você gosta ou costuma ler? Qual seu autor preferido? De que forma tem acesso aos livros?Quais são os motivos que o impedem de ler? Costuma ir a livrarias ou sebos ou bibliotecas? É associado de alguma biblioteca? Tabule o resultado para depois apresentar à equipe.
Faça um levantamento do acervo literário que a escola dispõe, assim como de locais de acesso a livros próximos a instituição como: biblioteca, sebos, livrarias, sites.
2ª etapa - Compartilhar informações e discutir com a equipe algumas propostas para serem realizadas ao longo do ano
Compartilhe com a equipe de professores os resultados obtidos na avaliação inicial sobre hábitos de leitura assim como o objetivo deste projeto.
Informe ao grupo algumas ações que farão parte dos HTPCs durante o ano de modo a contribuir para a ampliação de repertório leitor assim como a proposta em realizar ao final do projeto um encontro literário entre os professores da escola, e professores de escola próxima. Caso haja espaço a equipe gestora pode convidar alunos e pais para assistir ao encontro.
3ª etapa – Realizar leitura em voz alta no início do HTPC
Leitura em voz alta pelo coordenador: Ler em voz alta um texto literário que deseja compartilhar, que pode ser conto, poesia, crônica entre outros que deverá ser selecionado e preparado antes do HTPC. A escolha do texto não precisa ser feita em função do conteúdo principal ou do tema da reunião, pois o propósito dessa leitura inicial é ampliar o repertório leitor dos adultos e criar hábitos de apreciação de textos. Explicite alguns comportamentos leitores Antes da leitura: compartilhar informações sobre o autor, sobre contexto de produção da obra, dar informações significativas que contribuam para o envolvimento e compreensão do texto. Compartilhe o motivo pelo qual você selecionou esse texto.
Durante a leitura: cuidar da entonação, do ritmo, das pausas da leitura. Depois da leitura: incentivar os professores a: conversar, comentar, dar sua opinião sobre o que foi lido.
Essa atividade deverá ser permanente ao longo do ano.
4ª etapa - Rodas de leitura
Roda de leitura: peça aos professores que tragam para o HTPC um livro (gênero literário que tenham lido e que possa ser emprestado a outros do grupo. Pedir para selecionarem um pequeno trecho como o desfecho ou o cenário, descrição de uma personagem, uma frase impactante do livro que trouxe ou alguma informação relevante sobre o autor para compartilhar no momento da roda de leitura.
Faça uma roda para vivenciarem e explicitarem diferentes comportamentos leitores como: conversar, trocar impressões, fazer indicações sobre os livros trazidos e leitura realizadas.
Incentive o empréstimo entre a equipe. É importante programar ao longo do ano algumas rodas de leitura que podem ser definidas por temas, finais empolgantes, autores preferidos de modo a incentivar a leitura e o desenvolvimento de comportamentos leitores entre os professores.
5ª etapa - Encontro literário
Organizar uma reunião com a equipe e os professores de uma escola vizinha a fim de realizar um encontro literário. Para este dia os professores poderão se inscrever (individualmente, duplas ou trios) para realizar leitura em voz alta, declamar poesias, ou ainda fazer indicações literárias. Este será certamente um ótimo momento para a sua equipe compartilhar o que pode aprender ao longo do projeto assim como incentivar outros professores a mergulharem no universo da literatura.
Outras ações que podem acontecer paralelamente durante o ano:
- Agenda cultural: Compartilhar dicas culturais para os professores como: a programação da cidade ou de municípios vizinhos, a fim de trocar informações que podem contribuir para a informação e o enriquecimento cultural do grupo. Uma indicação de leitura, filme, ou site que venha a alimentá-los culturalmente também é pertinente.
- Organizar um passeio com a equipe de professores a uma livraria, editora, biblioteca ou museu.
- Realizar um HTPC na biblioteca do município ou entorno e propor que cada professor se associe e retire um livro para ler.
- Realizar campanha para ampliar o acervo de livros literários da escola a partir de doações, compras e incentivar o empréstimo para os professores...
- Organizar na sala de professores uma vez por semana o café literário. Expor no mural da sala alguns textos literários que você encontra disponível em diferentes sites especializados caso não tenha mural você pode fazer um varal e pendurar com pregador estes textos de diferentes gêneros que além dos professores estarão também disponíveis para os funcionários.
- Mural de indicações literárias para professores, funcionários e comunidade.
Avaliação e manutenção do projeto
Retome os objetivos do projeto, refaça o questionário inicial a fim de comparar os dados obtidos no diagnóstico e avaliar se houve mudanças de atitudes em relação aos hábitos leitores assim como se ampliaram e diversificaram as leituras realizadas.
Avalie também o envolvimento da equipe e se os professores levaram para a sala de aula algumas das práticas vivenciadas durante o projeto como a realização de rodas de leitura, a leitura em voz alta, se expressam intencionalmente comportamentos leitores às crianças com freqüência: fazem apreciações sobre livros, relêem trechos de interesse ou de difícil compreensão, se remetem ao índice para localizar um item específico, etc.
Este projeto foi pensado inicialmente para os professores, mas pode ser ampliado para os funcionários e comunidade.
- Gerais Incentivar a comunidade escolar a ler livros literários.
- Para a direção Criar condições institucionais de fomento à leitura para os professores e equipe de funcionários
- Para coordenação pedagógica Despertar ou incentivar a leitura de livros de literatura pelo professor de modo a contribuir para sua formação pessoal bem como para sua prática de ensino.
- Para os professores Ampliar o repertório de histórias e autores conhecidos ao participar de situações que envolvam diferentes práticas de leitura (roda de leitores, ouvir histórias lidas pelo coordenador, troca de indicações... ).
Desenvolvimento
1ª etapa - Levantamento de informações e do acervo literário da escola
Faça uma pesquisa por meio de um questionário com os professores sobre os livros lidos ultimamente a fim de conhecer os hábitos e as preferências em relação a gêneros, autores, temas....
O questionário deve ser respondido individualmente pela equipe de professores com questões como: Quantos livros você lê por mês?Qual tipo de livro você gosta ou costuma ler? Qual seu autor preferido? De que forma tem acesso aos livros?Quais são os motivos que o impedem de ler? Costuma ir a livrarias ou sebos ou bibliotecas? É associado de alguma biblioteca? Tabule o resultado para depois apresentar à equipe.
Faça um levantamento do acervo literário que a escola dispõe, assim como de locais de acesso a livros próximos a instituição como: biblioteca, sebos, livrarias, sites.
2ª etapa - Compartilhar informações e discutir com a equipe algumas propostas para serem realizadas ao longo do ano
Compartilhe com a equipe de professores os resultados obtidos na avaliação inicial sobre hábitos de leitura assim como o objetivo deste projeto.
Informe ao grupo algumas ações que farão parte dos HTPCs durante o ano de modo a contribuir para a ampliação de repertório leitor assim como a proposta em realizar ao final do projeto um encontro literário entre os professores da escola, e professores de escola próxima. Caso haja espaço a equipe gestora pode convidar alunos e pais para assistir ao encontro.
3ª etapa – Realizar leitura em voz alta no início do HTPC
Leitura em voz alta pelo coordenador: Ler em voz alta um texto literário que deseja compartilhar, que pode ser conto, poesia, crônica entre outros que deverá ser selecionado e preparado antes do HTPC. A escolha do texto não precisa ser feita em função do conteúdo principal ou do tema da reunião, pois o propósito dessa leitura inicial é ampliar o repertório leitor dos adultos e criar hábitos de apreciação de textos. Explicite alguns comportamentos leitores Antes da leitura: compartilhar informações sobre o autor, sobre contexto de produção da obra, dar informações significativas que contribuam para o envolvimento e compreensão do texto. Compartilhe o motivo pelo qual você selecionou esse texto.
Durante a leitura: cuidar da entonação, do ritmo, das pausas da leitura. Depois da leitura: incentivar os professores a: conversar, comentar, dar sua opinião sobre o que foi lido.
Essa atividade deverá ser permanente ao longo do ano.
4ª etapa - Rodas de leitura
Roda de leitura: peça aos professores que tragam para o HTPC um livro (gênero literário que tenham lido e que possa ser emprestado a outros do grupo. Pedir para selecionarem um pequeno trecho como o desfecho ou o cenário, descrição de uma personagem, uma frase impactante do livro que trouxe ou alguma informação relevante sobre o autor para compartilhar no momento da roda de leitura.
Faça uma roda para vivenciarem e explicitarem diferentes comportamentos leitores como: conversar, trocar impressões, fazer indicações sobre os livros trazidos e leitura realizadas.
Incentive o empréstimo entre a equipe. É importante programar ao longo do ano algumas rodas de leitura que podem ser definidas por temas, finais empolgantes, autores preferidos de modo a incentivar a leitura e o desenvolvimento de comportamentos leitores entre os professores.
5ª etapa - Encontro literário
Organizar uma reunião com a equipe e os professores de uma escola vizinha a fim de realizar um encontro literário. Para este dia os professores poderão se inscrever (individualmente, duplas ou trios) para realizar leitura em voz alta, declamar poesias, ou ainda fazer indicações literárias. Este será certamente um ótimo momento para a sua equipe compartilhar o que pode aprender ao longo do projeto assim como incentivar outros professores a mergulharem no universo da literatura.
Outras ações que podem acontecer paralelamente durante o ano:
- Agenda cultural: Compartilhar dicas culturais para os professores como: a programação da cidade ou de municípios vizinhos, a fim de trocar informações que podem contribuir para a informação e o enriquecimento cultural do grupo. Uma indicação de leitura, filme, ou site que venha a alimentá-los culturalmente também é pertinente.
- Organizar um passeio com a equipe de professores a uma livraria, editora, biblioteca ou museu.
- Realizar um HTPC na biblioteca do município ou entorno e propor que cada professor se associe e retire um livro para ler.
- Realizar campanha para ampliar o acervo de livros literários da escola a partir de doações, compras e incentivar o empréstimo para os professores...
- Organizar na sala de professores uma vez por semana o café literário. Expor no mural da sala alguns textos literários que você encontra disponível em diferentes sites especializados caso não tenha mural você pode fazer um varal e pendurar com pregador estes textos de diferentes gêneros que além dos professores estarão também disponíveis para os funcionários.
- Mural de indicações literárias para professores, funcionários e comunidade.
Avaliação e manutenção do projeto
Retome os objetivos do projeto, refaça o questionário inicial a fim de comparar os dados obtidos no diagnóstico e avaliar se houve mudanças de atitudes em relação aos hábitos leitores assim como se ampliaram e diversificaram as leituras realizadas.
Avalie também o envolvimento da equipe e se os professores levaram para a sala de aula algumas das práticas vivenciadas durante o projeto como a realização de rodas de leitura, a leitura em voz alta, se expressam intencionalmente comportamentos leitores às crianças com freqüência: fazem apreciações sobre livros, relêem trechos de interesse ou de difícil compreensão, se remetem ao índice para localizar um item específico, etc.
Este projeto foi pensado inicialmente para os professores, mas pode ser ampliado para os funcionários e comunidade.
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