Esta professora tem o meu respeito....
Gostei de ler isso, é a mais pura verdade.
Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Peço por favor que repasse a todos que conhece, é longa mas vale a pena ler.
RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado e fiquei indignada com a reportagem
da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador.
Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas.
Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”.
Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom.
Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo?
Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho.
Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas.
Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar.
Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade!
E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo.
Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões
(ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente.
Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
quarta-feira, 23 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Concurso para Professor Coordenador
Estão abertas as inscrições para PCP das diretorias Guarulhos Norte e Guarulhos SUL.
www.dergsul.com.br
www.guarulhosnorte.com
Bibliografia:
1. Legislação Federal
a) Lei Federal 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente.
b) Lei Federal 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
2. Legislação Estadual
a) Resolução 53, de 24/06/2010 que altera dispositivos da Resolução SE 88, de 19/12/2007 alterada pela Resolução SE 21/2010 que Dispõe sobre a função gratificada de Professor Coordenador. Resolução SE 37, de 13/04/2010 alterada pela Resolução SE 65 de 20/09/2010. Dispõe sobre ações de acompanhamento pelos Professores Coordenadores das Oficinas Pedagógicas nas Unidades Escolares
b) Resolução SE 92, de 08/12/2009 – Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental das escolas da rede pública. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
c) Resolução 93, de 08/12/2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
d) Resolução SE 68/2007 e 11/98 alterada pela Resolução SE 31/2008, Portaria Conjunta CENP/COGSP/CEI de 06/07/2009. Dispõe sobre educação especial
3. Publicações Intitucionais
a) Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino fundamental Ciclo II e Ensino Fundamental. Disponivel em: www.rededosaber.sp.gov.br
b) SÃO PAULO (estado) Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico; SARESP. São Pulo: SEE, 2009. Disponivel em: htpp//saresp.fde.sp.gov.br/2009pdf/2008-matrizrefavaliação-doc-completo.pdf>
4. Obras de Referência
1. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
2. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
4. HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Portlo Alegre: Artmed, 2001.
5. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
6. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
7. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002
8. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
9. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
10. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
11. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
12. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
13. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
14. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma práxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.
15. VYGOTSKY. L.S. Formação social da mente. Martins Fontes. São Paulo. 2007.
16. WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
17. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa – Como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
www.dergsul.com.br
www.guarulhosnorte.com
Bibliografia:
1. Legislação Federal
a) Lei Federal 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente.
b) Lei Federal 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
2. Legislação Estadual
a) Resolução 53, de 24/06/2010 que altera dispositivos da Resolução SE 88, de 19/12/2007 alterada pela Resolução SE 21/2010 que Dispõe sobre a função gratificada de Professor Coordenador. Resolução SE 37, de 13/04/2010 alterada pela Resolução SE 65 de 20/09/2010. Dispõe sobre ações de acompanhamento pelos Professores Coordenadores das Oficinas Pedagógicas nas Unidades Escolares
b) Resolução SE 92, de 08/12/2009 – Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental das escolas da rede pública. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
c) Resolução 93, de 08/12/2009. Dispõe sobre estudos de recuperação aos alunos do Ciclo II do Ensino Fundamental e Ensino Médio, das escolas da rede pública estadual. Disponível em: http://www.educacao.sp.gov.br
d) Resolução SE 68/2007 e 11/98 alterada pela Resolução SE 31/2008, Portaria Conjunta CENP/COGSP/CEI de 06/07/2009. Dispõe sobre educação especial
3. Publicações Intitucionais
a) Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino fundamental Ciclo II e Ensino Fundamental. Disponivel em: www.rededosaber.sp.gov.br
b) SÃO PAULO (estado) Secretaria da Educação. Matrizes de referência para avaliação: documento básico; SARESP. São Pulo: SEE, 2009. Disponivel em: htpp//saresp.fde.sp.gov.br/2009pdf/2008-matrizrefavaliação-doc-completo.pdf>
4. Obras de Referência
1. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 2006.
2. CONTRERAS, José. A autonomia dos professores. São Paulo: Cortez, 2002.
3. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática docente. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
4. HADJI, Charles. Avaliação desmistificada. Portlo Alegre: Artmed, 2001.
5. HARGREAVES, Andy. O ensino na sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança. Porto Alegre: Artmed, 2003.
6. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
7. LERNER, Delia. Ler e escrever na escola. O real, o possível e o necessário. Porto Alegre. Artmed. 2002
8. MARZANO, Robert J.; PICKERING, Debra J.; POLLOCK, Jane E. Ensino que funciona: estratégias baseadas em evidências para melhorar o desempenho dos alunos. Porto Alegre: Artmed, 2008.
9. MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez, 2006.
10. PERRENOUD, Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
11. PIAGET, Jean. Psicologia e pedagogia: a resposta do grande psicólogo aos problemas do ensino. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
12. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
13. TEDESCO, Juan Carlos. O novo pacto educativo. São Paulo: Ática, 2001.
14. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação da Aprendizagem – Práticas de Mudança: por uma práxis transformadora. São Paulo: Libertad, 2003.
15. VYGOTSKY. L.S. Formação social da mente. Martins Fontes. São Paulo. 2007.
16. WEISZ, Telma. O Diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002.
17. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa – Como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
sexta-feira, 4 de março de 2011
HTPC - Reunião Pedagógica
Os 7 pecados capitais - Como fugir dos erros mais comuns e acertar no trabalho coletivo.
1. Participação facultativa
2. Ausência de regularidade das reuniões
3. Inexistência de plano anual de formação
4. Indefinição de Pautas
5. Inadequação do espaço
6. Uso de atividades de motivação
7. Dispensa de alunos
Os coordenadores pedagógicos necessitam de formação permanente, acompanhamento e apoio pedagógico - e devem buscar isso junto à equipe técnica das oficinas, somente dessa maneira que podem ganhar condições de conscientizar a equipe de professores a respeito da importância dos momentos de estudo e reflexão e de auxiliá-los na tarefa de ensinar.
1. Participação facultativa
2. Ausência de regularidade das reuniões
3. Inexistência de plano anual de formação
4. Indefinição de Pautas
5. Inadequação do espaço
6. Uso de atividades de motivação
7. Dispensa de alunos
Os coordenadores pedagógicos necessitam de formação permanente, acompanhamento e apoio pedagógico - e devem buscar isso junto à equipe técnica das oficinas, somente dessa maneira que podem ganhar condições de conscientizar a equipe de professores a respeito da importância dos momentos de estudo e reflexão e de auxiliá-los na tarefa de ensinar.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Matemática - Valor Posicional - Jogo
Jogo "Dez não pode"
Material: material dourado e um dado
Procedimento: Cada criança jogo o dado e pega tantos quadradinhos (os menores) quqnatos forem os pontos do dado.
Isso se repete sempre na vez de cada criança.
Regra: Ninguém pode ter consigo dez elementos iguais. Quando alguém juntar dez elementos iguais deverá trocá-los por um número maior, que tenha valor equivalente aos dez. O material pode ficar no centro da mesa, ao alcance de todos ou, então, com algum aluno, que faz o papel de caixa.
Assim, dez quadradinhos (as unidades) serão trocados por uma tirinha (a dezena) e dez tirinhas serão trocadas por um quadrado maior (a centena).
Vence quem chegar primeiro a um número antecipadamente combinado ou, então quem tiver mais pontos depois de um tempo também combinado previamente.
Material: material dourado e um dado
Procedimento: Cada criança jogo o dado e pega tantos quadradinhos (os menores) quqnatos forem os pontos do dado.
Isso se repete sempre na vez de cada criança.
Regra: Ninguém pode ter consigo dez elementos iguais. Quando alguém juntar dez elementos iguais deverá trocá-los por um número maior, que tenha valor equivalente aos dez. O material pode ficar no centro da mesa, ao alcance de todos ou, então, com algum aluno, que faz o papel de caixa.
Assim, dez quadradinhos (as unidades) serão trocados por uma tirinha (a dezena) e dez tirinhas serão trocadas por um quadrado maior (a centena).
Vence quem chegar primeiro a um número antecipadamente combinado ou, então quem tiver mais pontos depois de um tempo também combinado previamente.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Matemática - Sistema de Numeração Decimal
Como trabalhar com os eixos: comparar, ordenar, produzir e interpretar, para auxiliar a criança a compreender o SND:
* Comparar nº e ordená-los:
• Lista de preços;
• Quantidade de brinquedos;
• Idades, alturas,...
• Formar com três dígitos todos os nº possíveis e ordená-los;
• Utilizar materiais com nº escritos: fitas métricas, réguas, livros...
• Incentivar as crianças a buscarem as respostas: O nº que vem depois, na página seguinte é maior ou menor? Por quê?
* Produzir e interpretar nº:
• Escrever cheques;
• Escrever preços, idades, datas, medidas;
• Bingo;
• Comparar diferentes produções numéricas: 80025; 825; 830025; 83025;
• Anotar elementos de uma coleção;
• Buscar regularidades: formular perguntas acerca de regularidades observadas na notação numérica:
Ex.: No que se parecem e no que se diferenciam os nº de 1 a 50?
Escrever todos os nº de dois algarismos que terminam em 9, depois o nº seguinte de cada um.
Quais são os dez nº de dois algarismos, que começam com um?
Localizem na fita métrica os nº entre 100 e 160. O que acontece com os zeros? Quais têm zero? Quais não têm?
• Anotar de que maneira resolveram uma operação;
• Refletir sobre as operações, descobrir leis do sistema de numeração: aumentar em 10 ou 100, por exemplo, todos os preços de uma lista. Comparar os preços com os originais;
• Usar calculadora para descobrir que ordem deve dar para o nº: 7591 se tornar 7091?
* Comparar nº e ordená-los:
• Lista de preços;
• Quantidade de brinquedos;
• Idades, alturas,...
• Formar com três dígitos todos os nº possíveis e ordená-los;
• Utilizar materiais com nº escritos: fitas métricas, réguas, livros...
• Incentivar as crianças a buscarem as respostas: O nº que vem depois, na página seguinte é maior ou menor? Por quê?
* Produzir e interpretar nº:
• Escrever cheques;
• Escrever preços, idades, datas, medidas;
• Bingo;
• Comparar diferentes produções numéricas: 80025; 825; 830025; 83025;
• Anotar elementos de uma coleção;
• Buscar regularidades: formular perguntas acerca de regularidades observadas na notação numérica:
Ex.: No que se parecem e no que se diferenciam os nº de 1 a 50?
Escrever todos os nº de dois algarismos que terminam em 9, depois o nº seguinte de cada um.
Quais são os dez nº de dois algarismos, que começam com um?
Localizem na fita métrica os nº entre 100 e 160. O que acontece com os zeros? Quais têm zero? Quais não têm?
• Anotar de que maneira resolveram uma operação;
• Refletir sobre as operações, descobrir leis do sistema de numeração: aumentar em 10 ou 100, por exemplo, todos os preços de uma lista. Comparar os preços com os originais;
• Usar calculadora para descobrir que ordem deve dar para o nº: 7591 se tornar 7091?
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Matemática - Valor Posicional - 4º ano
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Objetivo
Interpretar a informação contida numa escrita numérica.
Conteúdo
Composição
Material necessário
Bambolês
3 Folhas de sulfite
Canetão
Desenvolvimento
Prepare as folhas de sulfite. Faça com o canetão as letras U(unidade), D(dezena) e C(centena), uma em cada folha
Coloque os alunos sentados em uma quadra. Disponha os bambolês no chão, dando um espaço entre eles.
Escolha 3 alunos que vão segurar as folhas de sulfite em cima dos bambolês.
Escolha 1 aluno para montar os números dentro dos bambolês.
Exemplo:
Ditar o número 45, o aluno escolhido deve formar dentro do circulo a quantidade de números com ajuda dos colegas, porque eles serão os piões.
C D U
Quando o aluno fica em dúvida, o professor deve fazer perguntas para que ele saia da zona de conflito e consiga construir o valor posicional.
O exercício deve ser repetido algumas vezes aumentando o grau de dificuldade.
Avaliação
Para conferir as relações estabelecidas pelos alunos, em sala de aula faça sondagem ditando os números aos alunos, observe os registros e se o aluno seguiu uma regularidade.
Objetivo
Interpretar a informação contida numa escrita numérica.
Conteúdo
Composição
Material necessário
Bambolês
3 Folhas de sulfite
Canetão
Desenvolvimento
Prepare as folhas de sulfite. Faça com o canetão as letras U(unidade), D(dezena) e C(centena), uma em cada folha
Coloque os alunos sentados em uma quadra. Disponha os bambolês no chão, dando um espaço entre eles.
Escolha 3 alunos que vão segurar as folhas de sulfite em cima dos bambolês.
Escolha 1 aluno para montar os números dentro dos bambolês.
Exemplo:
Ditar o número 45, o aluno escolhido deve formar dentro do circulo a quantidade de números com ajuda dos colegas, porque eles serão os piões.
C D U
Quando o aluno fica em dúvida, o professor deve fazer perguntas para que ele saia da zona de conflito e consiga construir o valor posicional.
O exercício deve ser repetido algumas vezes aumentando o grau de dificuldade.
Avaliação
Para conferir as relações estabelecidas pelos alunos, em sala de aula faça sondagem ditando os números aos alunos, observe os registros e se o aluno seguiu uma regularidade.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Diagnóstico da Personalidade
O teste do Desenho como instrumento de diagnóstico da personalidade.
A técnica é basicamente não verbal, tem a vantagem de ter maior aplicabilidade a crianças mais jovens.
Material para teste: 1 folha de papel sulfite, lápis preto e lápis de cor.
Obedecendo a ordem de comando:
1 - Desenho de uma casa
2 - Desenho de uma árvore
3 - Desenho de uma pessoa
4 - Desenho da família
Interpretação de alguns aspectos
1 - Localização do Papel
a) No meio da página: crianças centradas, ajustadas.
b) Fora do centro: mais dependentes
c) Desenho em um dos cantos: indica fuga ou desajuste do indivíduo ao ambiente
d) Esquerdo da página: indica inibição ou introversão
e) Direito: extroversão e procura satisfação imediata.
Caso haja interesse neste assunto indico pesquisar porque é bastante interessante entender a criança pelo desenho. Se a criança tem que escrever, às vezes ela tem que por em jogo tudo o que sabe e organizar na sua cabecinha para depois colocar no papel, sendo que muitas vezes, elas acabam escondendo algo.
A técnica é basicamente não verbal, tem a vantagem de ter maior aplicabilidade a crianças mais jovens.
Material para teste: 1 folha de papel sulfite, lápis preto e lápis de cor.
Obedecendo a ordem de comando:
1 - Desenho de uma casa
2 - Desenho de uma árvore
3 - Desenho de uma pessoa
4 - Desenho da família
Interpretação de alguns aspectos
1 - Localização do Papel
a) No meio da página: crianças centradas, ajustadas.
b) Fora do centro: mais dependentes
c) Desenho em um dos cantos: indica fuga ou desajuste do indivíduo ao ambiente
d) Esquerdo da página: indica inibição ou introversão
e) Direito: extroversão e procura satisfação imediata.
Caso haja interesse neste assunto indico pesquisar porque é bastante interessante entender a criança pelo desenho. Se a criança tem que escrever, às vezes ela tem que por em jogo tudo o que sabe e organizar na sua cabecinha para depois colocar no papel, sendo que muitas vezes, elas acabam escondendo algo.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Palestra Autocontrole - E.E.Frederico de Barros Brotero
O professor Sérgio Roberto Ceccato Filho iniciou sua palestra no dia 04/02/2011 ás 19:30 para os professores do Brotero.
Com o trabalho da Neolinguística é possível o autocontrole da saúde emocional, mental e física. Com a terapia de Autocontrole a pessoa pode aprender a controlar a mente, as emoções e o corpo físico, vivendo de maneira mais saudável e feliz, assumindo o controle de sua vida e desfrutando da independência adquirida.
Aprendizado:
• Cada palavra gera palavras específicas.
• Frases para trabalhar o cérebro.
TRANSFORMAÇÃO
“Minha querida alma, tristezas que vivi .....(fale o problema) acabaram.” (repetir quantas vezes forem necessárias)
PROGRAMAÇÃO
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de.... (falar coisas boas)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para os alunos da sala ...(tal)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para o aluno ...(tal)”
(repetir até este aluno entrar em sintonia)
Obs: Tristezas de morte (Tem que fazer as 3 frases em conjunto)
“Minha querida alma, tristezas que senti pelo falecimento ...., acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti das pessoas que estavam no velório, acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti deste a morte da pessoa (tal) até este momento, acabaram”
Com o trabalho da Neolinguística é possível o autocontrole da saúde emocional, mental e física. Com a terapia de Autocontrole a pessoa pode aprender a controlar a mente, as emoções e o corpo físico, vivendo de maneira mais saudável e feliz, assumindo o controle de sua vida e desfrutando da independência adquirida.
Aprendizado:
• Cada palavra gera palavras específicas.
• Frases para trabalhar o cérebro.
TRANSFORMAÇÃO
“Minha querida alma, tristezas que vivi .....(fale o problema) acabaram.” (repetir quantas vezes forem necessárias)
PROGRAMAÇÃO
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de.... (falar coisas boas)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para os alunos da sala ...(tal)”
(repetir uma vez por dia)
“Minha querida alma, deste momento em diante seja fonte de concentração, disciplina, harmonia, paz, atenção para o aluno ...(tal)”
(repetir até este aluno entrar em sintonia)
Obs: Tristezas de morte (Tem que fazer as 3 frases em conjunto)
“Minha querida alma, tristezas que senti pelo falecimento ...., acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti das pessoas que estavam no velório, acabaram”
“Minha querida alma, tristezas que senti deste a morte da pessoa (tal) até este momento, acabaram”
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Indicação de Livro
Terminei o livro "O menino do pijama listrado" - John Boyne
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O menino do pijama listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Como é inocente a criança.
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. 'O menino do pijama listrado' é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Como é inocente a criança.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Formação Continuada
Para atualizar conhecimentos e mergulhar nas didáticas específicas, vale usar a tecnologia e compartilhar descobertas.
Siga os passos para uma boa formação durante 2011.
- Estipular metas para melhorar a formação a curto, médio e longo prazo.
- Ler e reler obras importantes para a área de atuação.
- Buscar informações sobre novas pesquisas em didáticas.
- Assistir a seminários, palestras e congressos.
- Usar as ferramentas de ensino a distância para me aperfeiçoar.
- Frequentar aulas de especialização ou mestrado.
- Utilizar na prática os conhecimentos adquiridos na teoria.
- Compartilhar sugestões com os colegas sobre como melhorar o desempenho.
Siga os passos para uma boa formação durante 2011.
- Estipular metas para melhorar a formação a curto, médio e longo prazo.
- Ler e reler obras importantes para a área de atuação.
- Buscar informações sobre novas pesquisas em didáticas.
- Assistir a seminários, palestras e congressos.
- Usar as ferramentas de ensino a distância para me aperfeiçoar.
- Frequentar aulas de especialização ou mestrado.
- Utilizar na prática os conhecimentos adquiridos na teoria.
- Compartilhar sugestões com os colegas sobre como melhorar o desempenho.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Harry Potter e Reliquias da Morte
Depois de ter assistido o filme "Harry Potter 7" fiquei curiosa pelo final.
Então resolvi ler o livro, devorei em 2 semanas.
Todos os mistérios foram desvendados.
A autora é muito inteligente, criou um universo ficticio e fez a ligação entre os outros livros de maneira perfeita.
Quem vai morrer no final Harry ou Voldemort?
Nós sabemos quem será mesmo antes de ler, mas porque aconteceu toda essa história?
É fascinante. Leiam o livro antes de assistir aos filmes.
Então resolvi ler o livro, devorei em 2 semanas.
Todos os mistérios foram desvendados.
A autora é muito inteligente, criou um universo ficticio e fez a ligação entre os outros livros de maneira perfeita.
Quem vai morrer no final Harry ou Voldemort?
Nós sabemos quem será mesmo antes de ler, mas porque aconteceu toda essa história?
É fascinante. Leiam o livro antes de assistir aos filmes.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Escola Leitora
Objetivos
- Gerais Incentivar a comunidade escolar a ler livros literários.
- Para a direção Criar condições institucionais de fomento à leitura para os professores e equipe de funcionários
- Para coordenação pedagógica Despertar ou incentivar a leitura de livros de literatura pelo professor de modo a contribuir para sua formação pessoal bem como para sua prática de ensino.
- Para os professores Ampliar o repertório de histórias e autores conhecidos ao participar de situações que envolvam diferentes práticas de leitura (roda de leitores, ouvir histórias lidas pelo coordenador, troca de indicações... ).
Desenvolvimento
1ª etapa - Levantamento de informações e do acervo literário da escola
Faça uma pesquisa por meio de um questionário com os professores sobre os livros lidos ultimamente a fim de conhecer os hábitos e as preferências em relação a gêneros, autores, temas....
O questionário deve ser respondido individualmente pela equipe de professores com questões como: Quantos livros você lê por mês?Qual tipo de livro você gosta ou costuma ler? Qual seu autor preferido? De que forma tem acesso aos livros?Quais são os motivos que o impedem de ler? Costuma ir a livrarias ou sebos ou bibliotecas? É associado de alguma biblioteca? Tabule o resultado para depois apresentar à equipe.
Faça um levantamento do acervo literário que a escola dispõe, assim como de locais de acesso a livros próximos a instituição como: biblioteca, sebos, livrarias, sites.
2ª etapa - Compartilhar informações e discutir com a equipe algumas propostas para serem realizadas ao longo do ano
Compartilhe com a equipe de professores os resultados obtidos na avaliação inicial sobre hábitos de leitura assim como o objetivo deste projeto.
Informe ao grupo algumas ações que farão parte dos HTPCs durante o ano de modo a contribuir para a ampliação de repertório leitor assim como a proposta em realizar ao final do projeto um encontro literário entre os professores da escola, e professores de escola próxima. Caso haja espaço a equipe gestora pode convidar alunos e pais para assistir ao encontro.
3ª etapa – Realizar leitura em voz alta no início do HTPC
Leitura em voz alta pelo coordenador: Ler em voz alta um texto literário que deseja compartilhar, que pode ser conto, poesia, crônica entre outros que deverá ser selecionado e preparado antes do HTPC. A escolha do texto não precisa ser feita em função do conteúdo principal ou do tema da reunião, pois o propósito dessa leitura inicial é ampliar o repertório leitor dos adultos e criar hábitos de apreciação de textos. Explicite alguns comportamentos leitores Antes da leitura: compartilhar informações sobre o autor, sobre contexto de produção da obra, dar informações significativas que contribuam para o envolvimento e compreensão do texto. Compartilhe o motivo pelo qual você selecionou esse texto.
Durante a leitura: cuidar da entonação, do ritmo, das pausas da leitura. Depois da leitura: incentivar os professores a: conversar, comentar, dar sua opinião sobre o que foi lido.
Essa atividade deverá ser permanente ao longo do ano.
4ª etapa - Rodas de leitura
Roda de leitura: peça aos professores que tragam para o HTPC um livro (gênero literário que tenham lido e que possa ser emprestado a outros do grupo. Pedir para selecionarem um pequeno trecho como o desfecho ou o cenário, descrição de uma personagem, uma frase impactante do livro que trouxe ou alguma informação relevante sobre o autor para compartilhar no momento da roda de leitura.
Faça uma roda para vivenciarem e explicitarem diferentes comportamentos leitores como: conversar, trocar impressões, fazer indicações sobre os livros trazidos e leitura realizadas.
Incentive o empréstimo entre a equipe. É importante programar ao longo do ano algumas rodas de leitura que podem ser definidas por temas, finais empolgantes, autores preferidos de modo a incentivar a leitura e o desenvolvimento de comportamentos leitores entre os professores.
5ª etapa - Encontro literário
Organizar uma reunião com a equipe e os professores de uma escola vizinha a fim de realizar um encontro literário. Para este dia os professores poderão se inscrever (individualmente, duplas ou trios) para realizar leitura em voz alta, declamar poesias, ou ainda fazer indicações literárias. Este será certamente um ótimo momento para a sua equipe compartilhar o que pode aprender ao longo do projeto assim como incentivar outros professores a mergulharem no universo da literatura.
Outras ações que podem acontecer paralelamente durante o ano:
- Agenda cultural: Compartilhar dicas culturais para os professores como: a programação da cidade ou de municípios vizinhos, a fim de trocar informações que podem contribuir para a informação e o enriquecimento cultural do grupo. Uma indicação de leitura, filme, ou site que venha a alimentá-los culturalmente também é pertinente.
- Organizar um passeio com a equipe de professores a uma livraria, editora, biblioteca ou museu.
- Realizar um HTPC na biblioteca do município ou entorno e propor que cada professor se associe e retire um livro para ler.
- Realizar campanha para ampliar o acervo de livros literários da escola a partir de doações, compras e incentivar o empréstimo para os professores...
- Organizar na sala de professores uma vez por semana o café literário. Expor no mural da sala alguns textos literários que você encontra disponível em diferentes sites especializados caso não tenha mural você pode fazer um varal e pendurar com pregador estes textos de diferentes gêneros que além dos professores estarão também disponíveis para os funcionários.
- Mural de indicações literárias para professores, funcionários e comunidade.
Avaliação e manutenção do projeto
Retome os objetivos do projeto, refaça o questionário inicial a fim de comparar os dados obtidos no diagnóstico e avaliar se houve mudanças de atitudes em relação aos hábitos leitores assim como se ampliaram e diversificaram as leituras realizadas.
Avalie também o envolvimento da equipe e se os professores levaram para a sala de aula algumas das práticas vivenciadas durante o projeto como a realização de rodas de leitura, a leitura em voz alta, se expressam intencionalmente comportamentos leitores às crianças com freqüência: fazem apreciações sobre livros, relêem trechos de interesse ou de difícil compreensão, se remetem ao índice para localizar um item específico, etc.
Este projeto foi pensado inicialmente para os professores, mas pode ser ampliado para os funcionários e comunidade.
- Gerais Incentivar a comunidade escolar a ler livros literários.
- Para a direção Criar condições institucionais de fomento à leitura para os professores e equipe de funcionários
- Para coordenação pedagógica Despertar ou incentivar a leitura de livros de literatura pelo professor de modo a contribuir para sua formação pessoal bem como para sua prática de ensino.
- Para os professores Ampliar o repertório de histórias e autores conhecidos ao participar de situações que envolvam diferentes práticas de leitura (roda de leitores, ouvir histórias lidas pelo coordenador, troca de indicações... ).
Desenvolvimento
1ª etapa - Levantamento de informações e do acervo literário da escola
Faça uma pesquisa por meio de um questionário com os professores sobre os livros lidos ultimamente a fim de conhecer os hábitos e as preferências em relação a gêneros, autores, temas....
O questionário deve ser respondido individualmente pela equipe de professores com questões como: Quantos livros você lê por mês?Qual tipo de livro você gosta ou costuma ler? Qual seu autor preferido? De que forma tem acesso aos livros?Quais são os motivos que o impedem de ler? Costuma ir a livrarias ou sebos ou bibliotecas? É associado de alguma biblioteca? Tabule o resultado para depois apresentar à equipe.
Faça um levantamento do acervo literário que a escola dispõe, assim como de locais de acesso a livros próximos a instituição como: biblioteca, sebos, livrarias, sites.
2ª etapa - Compartilhar informações e discutir com a equipe algumas propostas para serem realizadas ao longo do ano
Compartilhe com a equipe de professores os resultados obtidos na avaliação inicial sobre hábitos de leitura assim como o objetivo deste projeto.
Informe ao grupo algumas ações que farão parte dos HTPCs durante o ano de modo a contribuir para a ampliação de repertório leitor assim como a proposta em realizar ao final do projeto um encontro literário entre os professores da escola, e professores de escola próxima. Caso haja espaço a equipe gestora pode convidar alunos e pais para assistir ao encontro.
3ª etapa – Realizar leitura em voz alta no início do HTPC
Leitura em voz alta pelo coordenador: Ler em voz alta um texto literário que deseja compartilhar, que pode ser conto, poesia, crônica entre outros que deverá ser selecionado e preparado antes do HTPC. A escolha do texto não precisa ser feita em função do conteúdo principal ou do tema da reunião, pois o propósito dessa leitura inicial é ampliar o repertório leitor dos adultos e criar hábitos de apreciação de textos. Explicite alguns comportamentos leitores Antes da leitura: compartilhar informações sobre o autor, sobre contexto de produção da obra, dar informações significativas que contribuam para o envolvimento e compreensão do texto. Compartilhe o motivo pelo qual você selecionou esse texto.
Durante a leitura: cuidar da entonação, do ritmo, das pausas da leitura. Depois da leitura: incentivar os professores a: conversar, comentar, dar sua opinião sobre o que foi lido.
Essa atividade deverá ser permanente ao longo do ano.
4ª etapa - Rodas de leitura
Roda de leitura: peça aos professores que tragam para o HTPC um livro (gênero literário que tenham lido e que possa ser emprestado a outros do grupo. Pedir para selecionarem um pequeno trecho como o desfecho ou o cenário, descrição de uma personagem, uma frase impactante do livro que trouxe ou alguma informação relevante sobre o autor para compartilhar no momento da roda de leitura.
Faça uma roda para vivenciarem e explicitarem diferentes comportamentos leitores como: conversar, trocar impressões, fazer indicações sobre os livros trazidos e leitura realizadas.
Incentive o empréstimo entre a equipe. É importante programar ao longo do ano algumas rodas de leitura que podem ser definidas por temas, finais empolgantes, autores preferidos de modo a incentivar a leitura e o desenvolvimento de comportamentos leitores entre os professores.
5ª etapa - Encontro literário
Organizar uma reunião com a equipe e os professores de uma escola vizinha a fim de realizar um encontro literário. Para este dia os professores poderão se inscrever (individualmente, duplas ou trios) para realizar leitura em voz alta, declamar poesias, ou ainda fazer indicações literárias. Este será certamente um ótimo momento para a sua equipe compartilhar o que pode aprender ao longo do projeto assim como incentivar outros professores a mergulharem no universo da literatura.
Outras ações que podem acontecer paralelamente durante o ano:
- Agenda cultural: Compartilhar dicas culturais para os professores como: a programação da cidade ou de municípios vizinhos, a fim de trocar informações que podem contribuir para a informação e o enriquecimento cultural do grupo. Uma indicação de leitura, filme, ou site que venha a alimentá-los culturalmente também é pertinente.
- Organizar um passeio com a equipe de professores a uma livraria, editora, biblioteca ou museu.
- Realizar um HTPC na biblioteca do município ou entorno e propor que cada professor se associe e retire um livro para ler.
- Realizar campanha para ampliar o acervo de livros literários da escola a partir de doações, compras e incentivar o empréstimo para os professores...
- Organizar na sala de professores uma vez por semana o café literário. Expor no mural da sala alguns textos literários que você encontra disponível em diferentes sites especializados caso não tenha mural você pode fazer um varal e pendurar com pregador estes textos de diferentes gêneros que além dos professores estarão também disponíveis para os funcionários.
- Mural de indicações literárias para professores, funcionários e comunidade.
Avaliação e manutenção do projeto
Retome os objetivos do projeto, refaça o questionário inicial a fim de comparar os dados obtidos no diagnóstico e avaliar se houve mudanças de atitudes em relação aos hábitos leitores assim como se ampliaram e diversificaram as leituras realizadas.
Avalie também o envolvimento da equipe e se os professores levaram para a sala de aula algumas das práticas vivenciadas durante o projeto como a realização de rodas de leitura, a leitura em voz alta, se expressam intencionalmente comportamentos leitores às crianças com freqüência: fazem apreciações sobre livros, relêem trechos de interesse ou de difícil compreensão, se remetem ao índice para localizar um item específico, etc.
Este projeto foi pensado inicialmente para os professores, mas pode ser ampliado para os funcionários e comunidade.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Educação Inclusiva
"Atuar numa unidade escolar, hoje, requer que o educador possua uma significativa capacidade para entender a instituição, sua posição no sistema, sua inserção nas dimensões culturais dos alunos (...) e, fundamentalmente, que saibamos olhar para o outro como se constituindo nestas relações..."
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Indicação de Livro
Estou lendo o livro "Ensinar aprendendo" - Içami Tiba
Posto um trecho importante:
"O educador aprende com seu estudante;
o mestre aprende com seu discípulo;
os grandes mestres do mestre são seus próprios alunos.
Posto um trecho importante:
"O educador aprende com seu estudante;
o mestre aprende com seu discípulo;
os grandes mestres do mestre são seus próprios alunos.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
3º colocados da Diretoria Guarulhos Norte
Parabéns aos alunos da 4ª série da EE Ver.Elísio de Oliveira Neves
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Dia dos Professores
"Quanto mais se aprende, mais se quer ensinar.
Quanto mais se ensina, mais se quer aprender"
Quanto mais se ensina, mais se quer aprender"
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Desafio da função do Coordenador Pedagógico
"No cotidiano das escola da rede estadual, os coordenadores auxiliam a direção a organizar dados sobre a infra-estrutura, a cuidar de questões disciplinares, permanecendo inclusive nos portões em momentos de entrada e saída de estudantes. Metáforas como bombeiros, polvos e Bombril associadas ao coordenador pedagógico sugerem seu papel de apagador de incêndios ou de animal de muitos braços ou, ainda, agente de mil e uma utilidades. Toda emergência e o imediatismo que marcam o cotidiano dos coordenadores impedem que estes percebam a si mesmos como formadores dos professores, atribuição relegada a terceiro ou quarto plano em muitas escolas." (Livro - O coordenador pedagógico e os desafios da educação)
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Educação
"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazido. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: interpretes de sonhos." (Rubem Alves)
domingo, 11 de abril de 2010
A importância da construção do texto coletivo
A expressão zona proximal foi criada por Vygotsky, para designar, na evolução cognitiva das pessoas, as aprendizagens que elas conseguem realizar com auxílio de parceiros mais experientes no conteúdo a ser aprendido. Ela antecede a zona real do conhecimento apropriado, quando o aprendiz pode realizar a tarefa proposta sem ajuda. No caso da seqüência didática, o momento da elaboração do texto individual, que revela a zona real de conhecimento do aluno, deve ser antecedido pela produção coletiva, um trabalho na zona proximal do conhecimento. (Vygotsky)
A construção do texto coletivo pela turma, com auxílio do professor, é uma importante etapa da sequência didática no ensino de gêneros textuais.
Dicas:
Antes de iniciar a escrita do texto
• Explique aos alunos a importância da escrita do texto coletivo;
• Recupere com eles a situação de comunicação e o roteiro dos aspectos
próprios do gênero;
• Incentive a participação da turma por meio de perguntas.
Durante a escrita do texto
• Converse sobre o tema/assunto que será escrito.
• Decida com o grupo a melhor forma de iniciar o texto.
• Ouça as propostas dos alunos e ajude-os a transformar as idéias apresentadas
(oralidade) em discurso escrito.
• Antes de escrever cada um dos parágrafos, releia o anterior com o
grupo para ver se está encadeado no texto e faça alterações necessárias.
• Prossiga o texto de modo que a organização da seqüência de parágrafos
não perca a unidade, a coesão e a coerência.
• Fique atento ao uso correto da pontuação.
• Escolha, com a turma, um título sugestivo para o texto.
• Ao final, transcreva o texto coletivo em papel pardo e combine com o
grupo que ele será revisado e aprimorado posteriormente.
A construção do texto coletivo pela turma, com auxílio do professor, é uma importante etapa da sequência didática no ensino de gêneros textuais.
Dicas:
Antes de iniciar a escrita do texto
• Explique aos alunos a importância da escrita do texto coletivo;
• Recupere com eles a situação de comunicação e o roteiro dos aspectos
próprios do gênero;
• Incentive a participação da turma por meio de perguntas.
Durante a escrita do texto
• Converse sobre o tema/assunto que será escrito.
• Decida com o grupo a melhor forma de iniciar o texto.
• Ouça as propostas dos alunos e ajude-os a transformar as idéias apresentadas
(oralidade) em discurso escrito.
• Antes de escrever cada um dos parágrafos, releia o anterior com o
grupo para ver se está encadeado no texto e faça alterações necessárias.
• Prossiga o texto de modo que a organização da seqüência de parágrafos
não perca a unidade, a coesão e a coerência.
• Fique atento ao uso correto da pontuação.
• Escolha, com a turma, um título sugestivo para o texto.
• Ao final, transcreva o texto coletivo em papel pardo e combine com o
grupo que ele será revisado e aprimorado posteriormente.
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